É, portanto, uma questão de adequação.
No Brasil, o mais freqüente é usarmos o verbo no futuro do pretérito do indicativo: "Eu gostaria muito de conhecer o Brasil", "Eu gostaria muito de ir, mas não posso".
Usamos o pretérito imperfeito do indicativo para indicar fatos habituais no passado: "Na minha infância, eu gostava de visitar meus avós".